Mostrando postagens com marcador INPE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador INPE. Mostrar todas as postagens

20 maio 2016

XVIII SBSR Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto


Fonte: INPE/SBSR

XVIII SBSR


Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

28 a 31 de maio de 2017
Santos, SP
Mendes Convention Center

Submissão dos Trabalhos:
Até 04 de novembro de 2016



Dúvidas e informações: sbsr@dsr.inpe.br ou Tel.: 55 (12) 3208-6932/6450/6494/6453

15 março 2016

Livros disponíveis para download !

http://www.dpi.inpe.br/gilberto/new_page.php?lm=livros.csv&lr=livros_right.csvProf. Gilberto Câmara do INPE disponibilizou alguns livros em PDF no seu site. Vários deles são muito interessantes para nossa prática do dia a dia. 
Dentre alguns títulos estão:  Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica, Introdução à Ciência da Geoinformação, Análise Espacial de Dados Geográficos, Geospatial Analysis - A comprehensive guide, Bancos de Dados Geográficos, etc. 

No site ainda é possível encontrar muitos links para artigos científicos, palestras, cursos, papers, apresentações, etc

Confira, baixe e tenha uma boa leitura !

14 maio 2015

Portal de Monitoramento de queimadas e Incêndios em tempo quase-real do INPE

Fonte: inpe.br/queimadas (atualizando em tempo real)
Uma excelente ferramenta para Engenheiros Florestais e profissionais "ambientais" é Portal de Monitoramento de queimadas e Incêndios em tempo quase-real do INPE: http://www.inpe.br/queimadas

O alerta de monitoramento de queimadas do INPE permite que você se cadastre-se no site e obtenha diariamente em seu email inúmeros dados e estatísticas sobre focos e risco de incêndios, chuva, temperatura, umidade, e muito mais. Cadastre-se aqui e escolha os dados que deseja receber em seu email. Veja um exemplo


[MUITO MAIS]

No portal http://www.inpe.br/queimadas/ além de ver os focos de queimadas dos últimos dois dias obtidos pelos mais diversos sensores, é possível também dentre outras coisas exportar os focos em shapefile, kml, etc, ver o risco atual e previsto de incêndio, não só do Brasil mas como para vários países da América do Sul e em três línguas diferentes.

Credito: NASA/MODIS Rapid Response

ATUALIZAÇÃO: Novo sensor VIIRS 375m foi lançado a bordo do satelite Suomi NPP em 28 de outubro
de 2011 e em 18 de janeiro de 2012 os sensores termais estavam operando. O INPE e o programa de monitoramento recentemente incorporaram estes dados para aumentar a resolução dos dados de detecção e projeções para 375 metros.








TÓPICOS RELACIONADOS !

30 abril 2015

XVII SBSR : O Google Earth Engine

Uma das apresentações mais interessantes até agora no XVII SBSR foi a do Google.
Eles apresentaram o Google Earth Engine. Trata-se de uma plataforma web contendo petabytes de dados, onde é possível pegar imagens de mais de 40 anos do projeto Landsat do mundo todo e processá-las diretamente na núvem; isto possibilita fazer classificações, interpretações e análises para grandes áreas muito rapidamente.

A tecnologia ainda não está disponível para fins comerciais, somente para pesquisas e testes.



27 abril 2015

XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

Nos dias 24 a 29 de Abril estará acontecendo o XVII Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto na cidade de João Pessoa - PB.

Um evento organizado pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e SELPER (Associação de Especialistas Latino americanos em Sensoriamento Remoto).
No evento, mais de 900 trabalhos serão apresentados nos diversos temas como: Analise espacial, Modelagem e Monitoramento Agrícola, Monitoramento de Queimadas, Técnicas aplicadas ao processamento de imagens, Processamento de dados SAR, Mapeamento e Monitoramento Geológico,
Sistemas costeiros, Aplicações em florestas, Modelagem 3D, dentre outros.
Destaque para as Novas aplicações do VANT, dados Lidar e modelagem urbana 3D.
Alem disso diversas sessões temáticas especiais e palestras ocorrerão com a presença de grandes pesquisadores nacionais e internacionais.
Uma ótima oportunidade para quem esta interessado nas novas tecnologias e ferramentas de sensoriamento remoto e geoprocessamento.
Destaque também para empresas no ramo de levantamentos aéreos não tripulados (VANT) e drones.


Maiores informações no link: http://www.dsr.inpe.br/sbsr2015/index.html

Anais já estão disponíveis no site: Clique aqui

(Suzana Vieira da TTG Brasil acompanha o evento e nos trará mais novidades no decorrer da semana)

11 março 2015

Conectar Base de Dados do INCRA e INPE ao ArcGIS/QGIS



Atualmente os serviços de mapas conhecidos como WMS permitem a publicação e disponibilização de dados espaciais na internet e a ligação destes com aplicativos desktop como ArcGIS e QGIS.


O vídeo do nosso Colega Edgar mostra como conectar ao serviço WMS do INCRA com o arquivo de todas as propriedades já certificadas pelo georreferenciamento lei 10267 para todo o país.

Usando este serviço você terá disponível todas as propriedades georreferenciadas e atualizadas diariamente na base no INCRA. Veja como adicionar
No ArcGIS:

  • Clique no botão Add Data (+)
  • Look in: GIS Servers
  • Clique duplo em Add WMS Server
  • Em url copie cole o seguinte link: 
PS: INCRA mudou novamente os links WMS. Use os seguintes de acordo com o tema que deseja ver (final do link):


(Ao copiar o link o blog adiciona uma hash tipo #sthash.L6Iu1omn.dpuf no final, remova antes de adicionar o link ao software)

Webservice com todas as camadas:http://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo/ogc.php?
  • http://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo/ogc.php?tema=imoveiscertificados_privado
  • http://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo/ogc.php?tema=certificada_sigef
  • http://acervofundiario.incra.gov.br/i3geo/ogc.php?tema=imoveiscertificados_publico
  • Clique em GET LAYERS (Imóveis Certificados) - OK
  • Aguarde carregar. São muitos dados e se sua internet não for bem rápida poderá demorar vários minutos para carga dos dados.
OBS: (Sempre adicione no ArcGIS primeiro os layers do WMS em um novo projeto senão um erro SQL pode aparecer)


No QGIS:
  • Primeiro setar a SRC do QGIS para EPSG:4326 (WGS 84);
  • Clique no botão Add WMS Layer;
  • Clique New;
  •  Em Name coloque um nome ex. INCRA;
  • Em URL entre com um dos links descritos no item anterior;
  • Marque os dois primeiros checkbox "Ignore";
  • Clique OK, depois em Connect;
  • Escolha os layers (Imoveis certificados, etc...), mude o CRS para WGS84 e clique em ADD (Se o adicionar estiver desabilitado a primeira etapa não foi bem sucedida). Geralmente demora alguns minutos para carregar dependendo da velocidade de sua internet pois estes layers são muito pesados.
---Sem ArcGIS ou QGIS, acesso o i3GEO diretamente na web, clique aqui
---Precisa baixar em shapefile, veja como clicando aqui



SABER MAIS?


Link para mais Serviços de Mapas:

Link INPE para mais servidores de mapas: http://mapas.ibge.gov.br/interativos/...

Veja mais sobre este assunto, clique aqui


Edgar explica como proceder a conexão no ArcGIS

09 dezembro 2014

INPE apresenta primeiras imagens do CBERS-4


As primeiras imagens da câmera multiespectral brasileira MUX, a bordo do satélite CBERS-4, foram obtidas nesta segunda-feira (8/12/2014) pelos técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). As imagens foram tomadas sobre a região de Armação de Búzios (RJ).

A MUX é a primeira câmera para satélite inteiramente desenvolvida e produzida no Brasil. Com 20 metros de resolução e multiespectral, registra imagens no azul, verde, vermelho e infravermelho, em faixas distintas, para uso em diferentes aplicações, principalmente no controle de recursos hídricos e florestais.

Fonte: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3802

Jan 2016:

Catálogo do satélite sino-brasileiro CBERS-4 oferece imagens da câmera WFI

---
As imagens da MUX, câmera multiespectral que oferece resolução de 20 metros e faixa de 120 km, estão disponíveis no catálogo do CBERS-4 desde dezembro de 2015.
http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=4143

Jan 2017
Confira a nova interface para download de dados do CBERS 4 desenvolvido pelo INPE

03 dezembro 2014

INPE fornecerá gratuitamente imagens do Resourcesat-2

Fonte: INPE
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) iniciou a recepção, processamento e distribuição dos dados do satélite indiano Resourcesat-2. As imagens já estão disponíveis, sem custos, para toda a comunidade no catálogo online do INPE: www.dgi.inpe.br/CDSR

Os dados brutos do Resourcesat-2 são recebidos na Estação de Recepção e Gravação do INPE em Cuiabá (MT).

Confira as características do sensor e imagens

Fonte: INPE, em http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3790

20 junho 2014

NanosatC-BR1 é lançado com sucesso e estação já recebe sinais do primeiro cubesat nacional


NanosatC-BR1 é lançado com sucesso e estação já recebe sinais do primeiro cubesat nacional 


Após o bem-sucedido lançamento, a estação de Santa Maria (RS) já recebe dados do NanosatC-BR1, o primeiro cubesat do Brasil.Radioamadores em vários países, colaboradores do projeto, também confirmaram a recepção de sinais do “nanossatélite”, um cubesat que pesa aproximadamente 1 Kg.

O NanosatC-BR1 foi lançado às 16h11 (horário de Brasília) desta quinta-feira (19/6)  da base de Yasny, na Rússia, pelo foguete Dnepr, também de origem russa. Além do cubesat brasileiro, na mesma missão foram colocados em órbita cerca de 30 artefatos de vários países.
O primeiro cubesat nacional foi desenvolvido pelo INPE e Universidade de Santa Maria (UFSM). A parceria permitiu que estudantes tivessem a supervisão de especialistas do INPE e atuassem diretamente em todas as fases para construir e colocar um satélite em órbita - desde a especificação e desenvolvimento do NanosatC-BR1, passando pela montagem, integração, testes e, a partir de agora, pela sua operação e recepção de dados.

Fonte: inpe.br

09 dezembro 2013

Após falha do CBERS 3, experiência e tecnologia é o que fica para o projeto CBERS 4.

Às 11h26, hora de Beijing (1h26, hora de Brasília), desta segunda-feira 9/12, o satélite CBERS-3, desenvolvido conjuntamente por Brasil e China, foi lançado pelo veículo chinês Longa Marcha 4B, do Centro de Lançamentos de Satélites de Taiyuan, China. Porém, houve uma falha de funcionamento do veículo lançador durante o voo e, consequentemente, o satélite não foi posicionado na órbita prevista. Avaliações preliminares sugerem que o CBERS-3 tenha retornado ao planeta.

Engenheiros chineses responsáveis pela construção do veículo lançador estão avaliando as causas do problema e o possível ponto de queda.

Os dados obtidos mostram que os subsistemas do CBERS-3 funcionaram normalmente durante a tentativa de sua colocação em órbita.

Para assegurar o cumprimento dos objetivos do programa CBERS, Brasil e China concordaram em iniciar imediatamente discussões técnicas visando a antecipação da montagem e lançamento do CBERS-4.

Para tanto, foi convocada uma reunião extraordinária do comitê conjunto de coordenação do programa CBERS (JPC, em inglês), para esta terça-feira, 10 de dezembro, na China, da qual participam representantes de todas as partes envolvidas no projeto. Dentre eles, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e chineses responsáveis pelo desenvolvimento da parte chinesa do satélite, pelo lançador e pelas operações de lançamento. Nesta reunião, serão discutidas as causas da falha no lançamento e os próximos passos do programa.

O CBERS-3 seria o quarto satélite do programa a entrar em órbita. Os três satélites anteriores operaram adequadamente e cumpriram suas missões.
Fonte: inpe.br

06 dezembro 2013

O lançamento do CBERS-3 é Segunda-Feira !!!

O lançamento do CBERS-3 a partir do Taiyuan Satellite Launch Center, na China, está previsto para 1h26 (no horário de Brasília; 11h26 em Pequim) desta segunda-feira (9/12). 

No Brasil, a entrada em órbita do satélite será acompanhada pelos técnicos do Centro de Controle e Rastreio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).

Da China, todas as etapas do lançamento do satélite sino-brasileiro serão informadas por meio de teleconferência pelo diretor do INPE, Leonel Perondi, e pelo coordenador do segmento espacial do Programa CBERS, Antonio Carlos de Oliveira Pereira Junior, ao chefe do Centro de Controle e Rastreio, Pawel Rozenfeld.

O satélite é o quarto desenvolvido pelo Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), parceria com a China que garantiu a ambos os países o domínio da tecnologia do sensoriamento remoto para observação da Terra.

No Brasil, o programa é desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Na China, pela Chinese Academy of Space Technology (CAST).

Fonte: Inpe.br

03 dezembro 2013

CBERS-3 na plataforma. Lançamento dia 09 Dezembro !


O satélite sino-brasileiro CBERS-3 foi transportado do centro técnico para a torre de lançamento, localizados na base de Taiyuan, na China, para ser integrado ao foguete Longa Marcha 4B no último 26 de novembro. No dia anterior, o satélite já na coifa foi instalado ao adaptador do terceiro estágio do lançador Longa Marcha 4B.

A distância de pouco menos de dez quilômetros foi percorrida em aproximadamente uma hora. O lançamento do satélite está previsto para o próximo dia 9 de dezembro.

O CBERS-3 é o quarto satélite do Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).

Por meio da parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês), já foram lançados os satélites CBERS-1, em 1999; CBERS-2, em 2003; e CBERS-2B, em 2007.

Mais informações sobre o Programa CBERS na página http://www.cbers.inpe.br

Fonte: INPE

31 outubro 2013

Portal de Monitoramento de Queimadas do INPE

Fonte: portal queimadas do INPE
Você já conhece o portal de monitoramento de QUEIMADAS do INPE ?

VEJA AQUI O NOVO ARTIGO SOBRE O TEMA, MUITO MAIS COMPLETO

Desenvolvido no INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, ele inclui o monitoramento operacional de focos de queimadas e de incêndios florestais detectados por satélites, e o cálculo e previsão do risco de fogo da vegetação.



Além de produtos atualizados em shapefile, imagens e relatórios em PDF, é possível se cadastrar e receber periodicamente relatórios de queimadas e focos de incêndio de suas áreas de interesse.

Vale a pena olhar: http://www.inpe.br/queimadas/



18 abril 2013

Extra: CBERS-3 só em Outubro de 2013


Finalmente conseguimos notícias do lançamento do prometido CBERS-3:

O lançamento do satélite sino-brasileiro CBERS-3 foi agendado para outubro, segundo informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), confirmadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A nova data, que ainda não foi anunciada oficialmente, foi citada pelo ministro Marco Antonio Raupp em um encontro com lideranças da comunidade científica na sede da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em São Paulo no dia 09 de abril.
O lançamento do satélite, que é peça crucial no planejamento do Programa Espacial Brasileiro, estava previsto para ocorrer no fim do ano passado. Problemas técnicos detectados em algumas peças (conversores de energia) compradas de uma empresa norte-americana, porém, forçaram um adiamento. Em entrevista ao mesmo jornal em 17 de janeiro, o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Perondi, disse que a nova previsão era de lançar o CBERS-3 em meados deste ano, por volta de maio ou junho — desde que novos testes confirmassem a segurança de operação dos conversores. (Para mais detalhes, veja a reportagem anterior sobre o tema, publicada em janeiro.)
O novo cronograma, com lançamento previsto para outubro, foi acertado com os chineses na semana passada, durante uma viagem de Perondi e do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho, ao país asiático. O projeto é desenvolvido em parceria pelo Brasil e a China, dentro de um programa conjunto de desenvolvimento e lançamento de satélites de observação da superfície terrestre, iniciado em 1988 (histórico completo na página do Inpe.br). O CBERS-3 é o quarto da série, depois do CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B. O custo do satélite é de US$ 125 milhões para cada país, aproximadamente.
O Inpe e a AEB foram procurados pelo Jornal Estado, mas não confirmaram (nem desmentiram) a nova data de lançamento, apesar da confirmação dada pelo MCT

Fonte: Herton Escobar / O Estado de S. Paulo.

Resumo do Último dia do XVI SBSR


O último dia do SBSR contou com a palestra inicial do Lênio Galvão do INPE que teve como tema espectroscopia de imagem, avanços e perspectivas. Ressaltou que o satélite EO-1 - Sensor multi espectral
Fonte: GFSC NASA
Hyperion com 256 bandas irá ser substituído pelo HyspIRI com 60 metros de resolução espacial e revisita de 19 dias, sendo uma escala comparável com o LandSat, o que abrirá um leque de aplicações conjuntas; terá além disso infravermelho termal.
Ele mostrou ainda um exemplo de identificação de fogo e queimadas usando dados de bandas termais do AVIRIS da Nasa, identificando saturação acima de 100%.
José Moreno da Universidade de Valência na Espanha mostrou um projeto chamado FLEX (Flourescence Explorer) que traz uma nova abordagem do sensoriamento remoto ainda não explorada. Pretende quantificar a quantidade de fotossíntese como é feita em laboratório hoje, mas via satélite em larga escala. Para conseguir isso não basta medir a fluorescência pois apenas cerca 2% da energia que atinge o dossel é energia fluorescente.Para quantificar a assimilação de carbono precisa-se da eficiência fotossintética. Basicamente o trabalho teve por objetivo mapear a fluorescência vegetal global e a eficiência fotossintética global. Com isso consegue-se monitorar o estresse vegetativo, impactos antropogênicos e mudanças no uso do solo. (Ler mais sobre o projeto)
Fonte: JPL Nasa
O Dr. Simon do JPL/Nasa não pode comparecer então o Dr. Carlos Alberto de Souza Filho do INPE apresentou um pouco sobre a história dos sensores multi espectrais e as novidades. A missão HyspIRI que será uma plataforma visível e também multi espectral de ondas IR médias e longas, centradas no IR termal (TIR e VSWIR). O satélite Terra e Modis foram os primeiros a ter bandas multi espectrais porém tem resolução baixa, de 1 km ou 90 metros (Aster) e baixa resolução temporal.
A demanda pelos produtos multi é alta e por isso a importância da missão, que está previsa somente para 2022.Estão previstos 7 bandas TIR de 12 micrômetros e 1 banda de 4 micrômetros (detectar fogo) com 60 metros de resolução com 5 dias de revisita. As principais razões para lançamento do satélite são:
-Vulcanologia
-Monitoramento de Queimadas
-Água - uso e disponibilidade
-Urbanização e saúde
-Composição e mudanças de elementos de paisagens terrestres.

Pela parte da tarde aconteceu a sessão de Florestas, com alguns trabalhos interessantes como o do Clayton Alvares da Esalq que apresentou um trabalho sobre a Caracterização da dinâmica dos índices de vegetação NDVI e EVI em plantações de Pinus no Brasil. (Trabalho também do Prof. Stape). Com parcelas permanentes em plantações de MG até o RS (do projeto PPPIB), medindo NDVI e EVI de 2000 a 2012 em cada parcela usando um pixel do Modis, cruzou-se com dados de área foliar LAI, correlacionando com dados de Pinus nos EUA. Com isto observou-se que a variação do LAI não é tão suave como a literatura traz mas sim há variações em ondas. No futuro eles pretendem estimar a produtividade via sensoriamento remoto. Leia o trabalho todo aqui



17 abril 2013

XVI SBSR: Resumo do Terceiro Dia

O Terceiro dia do SBSR teve como tema as novas tendências em modelagem de ambientes terrestres.

Fonte: DPI INPE
Apesar de não mostrar muita novidade, esta sessão foi aberta pela palestra como sempre generalista e enfática do ex-diretor do INPE, Dr. Gilberto Câmara. Ele deu uma visão da modelagem dos sistemas tendo como ponto de vista o novo mundo sustentável buscado hoje. Alguns pontos que enfatizou foram a eterna busca pelo kappa perfeito, que ele chamou de Santo Graal, comparando os profissionais ao personagem cinematográfico Indiana Jones. Segundo ele, alguns paradigmas precisam ser quebrados, como esquecer questões como escala, mapas, legendas bonitas e falar apenas em Spatial Geodatabase, ou seja, bancos de dados espaciais. Devemos deixar os cartógrafos cuidar de mapas e o pessoal do sensoriamento remoto precisa focar no que realmente importa, nos dados, na base de informações pois ela é muito dinâmica, mostrando de terra agricultável, queimadas, etc para exemplificar.

Compôs a mesa uma economista do Instituto Internacional de Análise de Sistemas Aplicados (IIASA) que falou sobre as metas globais em contraste com as confusas estratégias locais, especialmente no tocante as análises empíricas com uma modelagem em multi escala que combinam sistemas complexos tendo em mente um nível local bem como a análise econômica que é sempre de muita importância sobre o uso da terra. 

O último pesquisador a proferir sua palestra foi o Dr. Patrick Hostert da Humboldt University da Alemanha. Ele abordou o tema referente ao uso do sensoriamento remoto na modelagem das mudanças do uso do solo e as oportunidades e obstáculos enfrentados em propriedades na Europa e no Brasil, mostrando que é preciso um engajamento dos personagens responsáveis pelas mudanças no uso do solo local a fim de conseguir bons resultados nas análises.

Amanhã, quinta-feira, o último dia do SBSR terá como tema as "Inovações em Observação da Terra: Métodos de Medição Remotas Avançadas para o Futuro". Onde esperamos que falem sobre o CBERS 3 já que hoje não houve qualquer menção.

Obrigado

05 setembro 2012

Até 2015, lançar quatro satélites

O Programa de Política Espacial inserido no Plano Plurianual (PPA) 2012-2015 do Governo Federal tem como um de seus objetivos realizar missões espaciais para observação da Terra, meteorologia, telecomunicações e missões científicas que contribuam para a solução de problemas nacionais, o desenvolvimento de tecnologia, a capacitação industrial e o avanço do conhecimento científico. Para alcançar este objetivo, o programa tem como uma de suas metas para o período 2012-2015 lançar quatro satélites.
Esta meta compreende o lançamento dos satélites CBERS-3, CBERS-4, Amazônia-1 e Amazônia-1B.

O satélite CBERS-3 com previsão de lançamento no quarto trimestre deste ano, já está integrado, os testes elétricos já foram concluídos e os testes ambientais já foram iniciados.

A fabricação dos modelos de vôo dos subsistemas do satélite CBERS-4 já foi iniciada.

Quanto ao satélite Amazônia-1 (ilustração ao lado), um dos principais motivos que estão impactando no cronograma para o cumprimento da meta é a não alocação adequada de recursos financeiros. Com isto, parte essencial dos subsistemas/equipamentos para o desenvolvimento do satélite não foram contratados. Outro ponto relevante é a reduzida equipe de engenharia para atender o projeto do satélite Amazônia-1 juntamente com a finalização do desenvolvimento do CBERS-3. Por conta de algumas atividades não previstas para a viabilização do lançamento do CBERS-3 em 2012, a equipe de sistemas do INPE precisou deslocar esforços para tal, comprometendo o andamento de atividades associadas ao Amazônia-1.

FONTE: INPE, Portal de Acesso a Informação, disponível em http://www.inpe.br/acessoainformacao/lanc_quatro_satelites

Como usar o CDSR do INPE.

Olá caros colegas,
Hoje gostaria de compartilhar um video garimpado no youtube que mostra como baixar imagens de satélite do banco de dados do INPE gratuitamente.
Muitas pessoas podem ter dificuldades com o processo de procura e download que na verdade é simples.
Veja o vídeo abaixo originalmente publicado por http://geotecnologias.wordpress.com/ que mostra o passo a passo.
O link para o sistema de download é:http://www.dgi.inpe.br/CDSR/

Fonte: youtube.com

01 junho 2012

CBERS 3 a caminho !


Fonte: http://www.inpe.br/noticias/arquivos/imagens/cbers33.jpg

O INPE anunciou ontem (31) que os Testes elétricos do satélite sino-brasileiro CBERS-3, que tem lançamento previsto para o final de novembro deste ano, foram concluídos pelos especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês) no dia 25 de maio, em Pequim. Esses testes precedem os ensaios ambientais (que simulam as condições em órbita), programados para o período de junho a setembro.

O INPE é o responsável no Brasil pelo Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), parceria iniciada com a China há mais de 20 anos e que garantiu a ambos os países o domínio da tecnologia do sensoriamento remoto para observação da Terra.
As características do CBERS 3 e também do CBERS 4 serão:


Características das câmaras do CBERS 3 e 4
 MUXCAMPANMUXIRMSSWFI
Bandas Espectrais0,45-0,52µm (B)
0,52-0,59µm (G)
0,63-0,69µm (R)
0,77-0,89µm (NIR)
0,51-0,85µm (Pan)
0,52-0,59µm (G)
0,63-0,69µm (R)
0,77-0,89µm (NIR)
0,50-0,90µm (Pan)
1,55-1,75µm (SWIR)
2,08-2,35µm (SWIR)
10,40-12,50µm (TH)
0,45-0,52µm (B)
0,52-0,59µm (G)
0,63-0,69µm (R)
0,77-0,89µm (NIR)
Resolução20 m5 m / 10 m40 m / 80 m (TIR)64 m
Largura da Faixa Imageada120 km60 km120 km866 km
Apontamentonão±32ºnãonão
Revisita26 dias5 dias  
Revisita real26 diasnão26 dias5 dias
Quantização8 bits8 bits8 bits10 bits
Taxa de Dados
Bruta
68 Mbit/s140 Mbit/s
100 Mbit/s
16 Mbit/s50 Mbit/s
FONTE: INPE em http://www.cbers.inpe.br/sobre_satelite/cameras_imageadoras_cbers3e4.php

16 abril 2012

A DMC International Imaging e o INPE assinam contrato


Fonte: mongabay.com

A DMCii, provedora Inglesa de soluções em sensoriamento remoto assinou um contrato com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para fornecer imagens de satélite quase em tempo real para monitorar o desmatamento da floresta na Amazônia com alvo na exploração madeireira ilegal.


INPE é líder mundial no uso de imagens de satélite para monitorar o desmatamento, fornecendo informação fundamental para a guerra do Brasil sobre o desmatamento que reduziu as taxas de desmatamento em 78% desde 2004. O serviço da agência espacial DETER utiliza imagens de satélite regulares para detectar o desmatamento conforme acontece ao invés de levantamento pós-danos. No entanto, nos últimos anos, as autoridades descobriram que os madeireiros ilegais estão limpando áreas menores para evitar a detecção pelos dados de 250m de pixel que o MODIS trabalha atualmente.

O Valor do contrato de mais de 6 milhões de Reais (para 7 anos) inclui a possibilidade do INPE baixar as imagens do satélite UK-DMC2 de 22m de resolução diretamente de uma estação de monitoramento em terra em Cuiabá.

Nas palavras de Gilberto Câmara, diretor do INPE: “With the recent failure of Landsat 5 it became urgent to increase the supply of satellite imagery to operate our forest monitoring system, and DMC data provides a very cost effective tool. The 650km wide swath DMC imagery provides a frequency of coverage and level of detail which enhances the ability of our DETER system to identify deforestation at an early stage. I am particularly pleased that DMCii has agreed to an open licence so that INPE can make the data freely available through its website – an innovation which has enhanced public monitoring of forest management in Brazil."

Fonte: GISUsers.com e site da DMCii