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22 março 2016

NASA já trabalha no Landsat 9

ATUAL
(Fevereiro 2016): A administração Obama está propondo acelerar os esforços para a construção do satélite Landsat 9 e lançá-lo em 2021 em vez de 2023 como planejado atualmente.

Atualmente, os pesquisadores obtêm dados do Landsat 8, lançado em 2013 e Landsat 7, lançado em 1999. Cada um dos satélites reúne imagens da maioria da massa terrestre do planeta uma vez a cada 16 dias, mas suas órbitas são complementares, portanto os dados são obtidos a cada oito dias. Se  o Landsat 7 falhar antes do Landsat 9 está operacional, os pesquisadores vão perder essas observações frequentes. Essa perspectiva parece cada vez mais provável, já que o combustível do Landsat 7 está previso se esgotar em algum momento nos próximos dois ou três anos. Além do mais, o Landsat 8 foi concebido para durar cinco anos e seu sensor de Infravermelho Termal foi construído para operar por três anos.

ABRIL 2015

Landsat 9 será mais um satélite de observação da Terra do programa Landsat da NASA.
Está agendado para lançamento em 2023. NASA vai construir, testar e lançar enquanto o United States Geological Survey (USGS) irá processar, arquivar e distribuir os seus dados.
Fonte: NASA; USGS
Será o oitavo satélite da série Landsat (Landsat 6 falhou ao não atingir a órbita)

O Landsat 9 deverá replicar em sua maior parte o desenho e especificações do Landsat 8 atualmente operacional.

19 junho 2015

NASA Software Catalog 2015-2016

NASA libera catálogo com mais de 1000 softwares free e open-source. Garimpe

https://software.nasa.gov/

03 junho 2015

Combinação de Bandas no Landsat 8

Fonte: webhelp esri
Visto que o Landsat 8 possui bandas adicionais, as combinações usadas para criar composições RGB  diferem do Landsat 7 e Landsat 5. Por exemplo, bandas 4, 3, 2 são usadas para criar uma composição colorida/infravermelho (CIR) utilizando Landsat 7 ou Landsat 5. Para criar uma CIR composta utilizando dados do Landsat 8, deve-se usar as bandas 5, 4 e 3.


DICA: Para fazer a composição das bandas no ArcGIS, vá na toolbox, em Data Management tools > Raster>Raster Processing> Composite Bands.

Veja abaixo algumas combinações de bandas RGB comuns, comparando Landsat 7, Landsat 5 e Landsat 8.



A ESRI também publicou as conbinações de bandas mais utilizadas para diversas finalidades:

USO / ÊNFASE

Natural Color
BANDAS L8

4 3 2
False Color (urban)7 6 4
Color Infrared (vegetation)5 4 3
Agriculture6 5 2
Atmospheric Penetration7 6 5
Healthy Vegetation5 6 2
Land/Water5 6 4
Natural With Atmospheric Removal7 5 3
Shortwave Infrared7 5 4
Vegetation Analysis6 5 4

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14 maio 2015

Portal de Monitoramento de queimadas e Incêndios em tempo quase-real do INPE

Fonte: inpe.br/queimadas (atualizando em tempo real)
Uma excelente ferramenta para Engenheiros Florestais e profissionais "ambientais" é Portal de Monitoramento de queimadas e Incêndios em tempo quase-real do INPE: http://www.inpe.br/queimadas

O alerta de monitoramento de queimadas do INPE permite que você se cadastre-se no site e obtenha diariamente em seu email inúmeros dados e estatísticas sobre focos e risco de incêndios, chuva, temperatura, umidade, e muito mais. Cadastre-se aqui e escolha os dados que deseja receber em seu email. Veja um exemplo


[MUITO MAIS]

No portal http://www.inpe.br/queimadas/ além de ver os focos de queimadas dos últimos dois dias obtidos pelos mais diversos sensores, é possível também dentre outras coisas exportar os focos em shapefile, kml, etc, ver o risco atual e previsto de incêndio, não só do Brasil mas como para vários países da América do Sul e em três línguas diferentes.

Credito: NASA/MODIS Rapid Response

ATUALIZAÇÃO: Novo sensor VIIRS 375m foi lançado a bordo do satelite Suomi NPP em 28 de outubro
de 2011 e em 18 de janeiro de 2012 os sensores termais estavam operando. O INPE e o programa de monitoramento recentemente incorporaram estes dados para aumentar a resolução dos dados de detecção e projeções para 375 metros.








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06 fevereiro 2015

America do Sul ganha SRTM 30m nativo hoje !!


Fonte: blogs.esri.com
O Basemap World Elevation Layer do Esri ArcGIS ganhou hoje a adição dos dados SRTM em 30m nativos que Obama havia anunciado a liberação em Setembro de 2014.

Agora a América do Sul, Europa Ocidental, América Central e Caribe  possuem a base mais detalhada sem vazios 1 arco-segundo (~ 30 metros) dados SRTM (Versão 3.0) da NASA, além da Africa que já havia ganho.

Com esta atualização, há agora três vezes mais detalhes nestas áreas conforme mostra a imagem  acima.

Como adicionar no ArcGIS ? 
-Abra o ArcGIS e ative a aba do ArcCatalog
-Em GIS Server, clique duplo em Add ArcGIS Server
-Selecione "Use GIS Service", clique Next
-Entre com a URL http://elevation.arcgis.com/arcgis/services

-Seu login e senha do ArcGIS Online (precisa possuir licença adquirida com a ESRI senão o layer SRTM nao aparece)
-Pronto. Adicione o WorldElevation\Terrain
-Dica, na aba propriedades, Processing Templates tem muitos produtos extremamente úteis
Curiosidade: A base conta com impressionantes 649.18 TB de dados.


Não tem ArcGIS ??

-Basta entrar no site http://earthexplorer.usgs.gov/, encontrar sua área de interesse, buscar pelo produto "SRTM-1 Arc Second Global". Clicar no ícone para salvar no computador e escolha "GeoTIFF 1 Arc-second (XX.X MB) (Login Required)". 
-Deverá se cadastrar gratuitamente e fazer login para baixar (se nao tiver cadastro ainda) 

Basta então usar o QGIS que conseguirá visualizar e fazer praticamente tudo o que precisa com um pouco de pesquisa.


26 março 2014

Glonass-M lançado


Em meio a crise internacional que a Rússia entrou após anexar a região da Criménia a seu território, os esforços para ampliar o sistema Glonass não parecem ter sido afetados e na última segunda-feira (24) foi lançado o Glonass-M, a bordo do foguete Soyuz-2.1b do cosmódromo Plesetsk, cerca de 700 km de Moscou.

Este seria o satélite N° 54 da frota do Glonass, e foi desenhado para sete anos de operação contínua de vida útil.
Este foi o primeiro lançamento após o acidente e a perda de três satélites Glonass com a explosão do foguete Proton-N em Julho de 2013.

Fonte: Adaptado de spaceflightnow.com

27 julho 2013

The Long Swath - Nasa produz mega mosaico com dados do Landsat 8

Em 12 de abril de 2013, a Missão de continuidade dos dados Landsat (LDCM-Landsat 8) atingiu sua órbita final, 705 km (438 milhas) acima da Terra. Uma semana depois, em cor natural, o imageador do satélite digitalizou uma faixa de terra de 185km de largura por 9.000 km de comprimento (120 por 6.000 milhas), distância ininterrupta incomum considerando 70 por cento da Terra é coberta com água. A faixa se estende do norte da Rússia à África do Sul, o mosaico completo pode ser visto no vídeo abaixo, que em tela cheia fica melhor de ver os detalhes:

22 maio 2013

Landsat 8 - 10 dias para a fase operacional

Fonte: nasa.gov
Conforme havíamos antecipado aqui no blog, com informações dos profissionais da NASA que estiveram no XVI SBSR em Fóz do Iguaçu, o novo Landsat 8 deverá iniciar sua faze operacional muito em breve. Depois de decorridos 99 dias do lançamento, vejam o post no Twitter da missão LDCM/USGS nesta ultima noite:

NASA_Landsat RT@usgslandsat: 10 days! and counting! Not to another launch, but to the embarkation of LDCM's life's work as operational #Landsat 8.

Ou seja, contagem regressiva, 10 dias (a contar de hoje, 22 de maio 2013) para o Landsat 8 entrar em sua vida operacional.

Vamos aguardar !!!

Siga o twitter da missão para mais informações em primeira mão: 

18 abril 2013

Resumo do Último dia do XVI SBSR


O último dia do SBSR contou com a palestra inicial do Lênio Galvão do INPE que teve como tema espectroscopia de imagem, avanços e perspectivas. Ressaltou que o satélite EO-1 - Sensor multi espectral
Fonte: GFSC NASA
Hyperion com 256 bandas irá ser substituído pelo HyspIRI com 60 metros de resolução espacial e revisita de 19 dias, sendo uma escala comparável com o LandSat, o que abrirá um leque de aplicações conjuntas; terá além disso infravermelho termal.
Ele mostrou ainda um exemplo de identificação de fogo e queimadas usando dados de bandas termais do AVIRIS da Nasa, identificando saturação acima de 100%.
José Moreno da Universidade de Valência na Espanha mostrou um projeto chamado FLEX (Flourescence Explorer) que traz uma nova abordagem do sensoriamento remoto ainda não explorada. Pretende quantificar a quantidade de fotossíntese como é feita em laboratório hoje, mas via satélite em larga escala. Para conseguir isso não basta medir a fluorescência pois apenas cerca 2% da energia que atinge o dossel é energia fluorescente.Para quantificar a assimilação de carbono precisa-se da eficiência fotossintética. Basicamente o trabalho teve por objetivo mapear a fluorescência vegetal global e a eficiência fotossintética global. Com isso consegue-se monitorar o estresse vegetativo, impactos antropogênicos e mudanças no uso do solo. (Ler mais sobre o projeto)
Fonte: JPL Nasa
O Dr. Simon do JPL/Nasa não pode comparecer então o Dr. Carlos Alberto de Souza Filho do INPE apresentou um pouco sobre a história dos sensores multi espectrais e as novidades. A missão HyspIRI que será uma plataforma visível e também multi espectral de ondas IR médias e longas, centradas no IR termal (TIR e VSWIR). O satélite Terra e Modis foram os primeiros a ter bandas multi espectrais porém tem resolução baixa, de 1 km ou 90 metros (Aster) e baixa resolução temporal.
A demanda pelos produtos multi é alta e por isso a importância da missão, que está previsa somente para 2022.Estão previstos 7 bandas TIR de 12 micrômetros e 1 banda de 4 micrômetros (detectar fogo) com 60 metros de resolução com 5 dias de revisita. As principais razões para lançamento do satélite são:
-Vulcanologia
-Monitoramento de Queimadas
-Água - uso e disponibilidade
-Urbanização e saúde
-Composição e mudanças de elementos de paisagens terrestres.

Pela parte da tarde aconteceu a sessão de Florestas, com alguns trabalhos interessantes como o do Clayton Alvares da Esalq que apresentou um trabalho sobre a Caracterização da dinâmica dos índices de vegetação NDVI e EVI em plantações de Pinus no Brasil. (Trabalho também do Prof. Stape). Com parcelas permanentes em plantações de MG até o RS (do projeto PPPIB), medindo NDVI e EVI de 2000 a 2012 em cada parcela usando um pixel do Modis, cruzou-se com dados de área foliar LAI, correlacionando com dados de Pinus nos EUA. Com isto observou-se que a variação do LAI não é tão suave como a literatura traz mas sim há variações em ondas. No futuro eles pretendem estimar a produtividade via sensoriamento remoto. Leia o trabalho todo aqui



11 fevereiro 2013

Landsat 8 lançado com sucesso !

Foto: REUTERS/NASA/ULA/Handout

O foguete Atlas V levando o satélite LDCM (Mais conhecido como Landsat 8) decolou da plataforma de lançamento da Vandenberg Air Force Base, na Califórnia. A missão vai estender mais de 40 anos de observações terrestres globais que são críticas em muitas áreas, como energia e água, gestão e monitoramento da florestas, saúde humana e ambiental, planejamento urbano, recuperação de desastres, agricultura e muitos outros.

(Fonte: Nasa, traduzido e adaptado)



Veja o vídeo do lançamento...
 
-> [Leia mais]

04 janeiro 2013

Conheça o LDCM, o futuro LANDSAT 8

Imagem projetada do Landsat 8 
O LDCM (Landsat Data Continuity Mission) ou Landsat 8 é o próximo satélite da série Landsat iniciada na década de 70.
Com lançamento previso para Abril de 2013, o projeto do Landsat 8 é coordenado pela NASA e pesa cerca de 2 toneladas. Sua órbita é projetada para 705 km de altitude e vida útil para 5 anos, embora carregue a expectativa de durar 10 anos.





Possuirá 9 bandas espectrais. Uma pancromática de 15 metros e as outras de 30 metros, seguindo:

Band 1 Visible (0.433 - 0.453 µm) 30 m
Band 2 Visible (0.450 - 0.515 µm) 30 m
Band 3 Visible (0.525 - 0.600 µm) 30 m
Band 4 Near-Infrared (0.630 - 0.680 µm) 30 m
Band 5 Near-Infrared (0.845 - 0.885 µm) 30 m
Band 6 SWIR 1(1.560 - 1.660 µm) 30 m
Band 7 SWIR 2 (2.100 - 2.300 µm) 30 m
Band 8 Panchromatic (PAN) (0.500 - 0.680 µm) 15 m
Band 9 Cirrus (1.360 - 1.390 µm) 30 m

e mais duas bandas Infravermelho termal, sendo:

Band 10 TIRS 1 (10.3 - 11.3 µm) 100 m
Band 11 TIRS 2 (11.5 - 12.5 µm) 100 m


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