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22 março 2016

NASA já trabalha no Landsat 9

ATUAL
(Fevereiro 2016): A administração Obama está propondo acelerar os esforços para a construção do satélite Landsat 9 e lançá-lo em 2021 em vez de 2023 como planejado atualmente.

Atualmente, os pesquisadores obtêm dados do Landsat 8, lançado em 2013 e Landsat 7, lançado em 1999. Cada um dos satélites reúne imagens da maioria da massa terrestre do planeta uma vez a cada 16 dias, mas suas órbitas são complementares, portanto os dados são obtidos a cada oito dias. Se  o Landsat 7 falhar antes do Landsat 9 está operacional, os pesquisadores vão perder essas observações frequentes. Essa perspectiva parece cada vez mais provável, já que o combustível do Landsat 7 está previso se esgotar em algum momento nos próximos dois ou três anos. Além do mais, o Landsat 8 foi concebido para durar cinco anos e seu sensor de Infravermelho Termal foi construído para operar por três anos.

ABRIL 2015

Landsat 9 será mais um satélite de observação da Terra do programa Landsat da NASA.
Está agendado para lançamento em 2023. NASA vai construir, testar e lançar enquanto o United States Geological Survey (USGS) irá processar, arquivar e distribuir os seus dados.
Fonte: NASA; USGS
Será o oitavo satélite da série Landsat (Landsat 6 falhou ao não atingir a órbita)

O Landsat 9 deverá replicar em sua maior parte o desenho e especificações do Landsat 8 atualmente operacional.

03 dezembro 2014

INPE fornecerá gratuitamente imagens do Resourcesat-2

Fonte: INPE
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) iniciou a recepção, processamento e distribuição dos dados do satélite indiano Resourcesat-2. As imagens já estão disponíveis, sem custos, para toda a comunidade no catálogo online do INPE: www.dgi.inpe.br/CDSR

Os dados brutos do Resourcesat-2 são recebidos na Estação de Recepção e Gravação do INPE em Cuiabá (MT).

Confira as características do sensor e imagens

Fonte: INPE, em http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=3790

31 julho 2014

Com a liberação da comercialização de imagens de 25cm, DigitalGlobe acelera lançamento do WorldView-4

A Digital Globe acaba de anunciar que pretende antecipar o lançamento do WorldView-4, anteriormente denominado GeoEye-2 para meados de 2016 visando atender a demanda da própria DigitalGlobe e outros cliente.

No mês passado o Departamento de Comércio Americano aprovou a venda de produtos com até 25 centímetros, o que antes era proibido para resoluções maiores que 50 cm e isto vem provocando um aumento significativo na demanda destes produtos. Visando aproveitar este nicho de mercado a DigitalGlobe, atualmente única provedora de imagens de altíssima resolução nos EUA decidiu acelerar seu plano para o WV-4.

Leia mais em inglês, clique aqui

09 dezembro 2013

Após falha do CBERS 3, experiência e tecnologia é o que fica para o projeto CBERS 4.

Às 11h26, hora de Beijing (1h26, hora de Brasília), desta segunda-feira 9/12, o satélite CBERS-3, desenvolvido conjuntamente por Brasil e China, foi lançado pelo veículo chinês Longa Marcha 4B, do Centro de Lançamentos de Satélites de Taiyuan, China. Porém, houve uma falha de funcionamento do veículo lançador durante o voo e, consequentemente, o satélite não foi posicionado na órbita prevista. Avaliações preliminares sugerem que o CBERS-3 tenha retornado ao planeta.

Engenheiros chineses responsáveis pela construção do veículo lançador estão avaliando as causas do problema e o possível ponto de queda.

Os dados obtidos mostram que os subsistemas do CBERS-3 funcionaram normalmente durante a tentativa de sua colocação em órbita.

Para assegurar o cumprimento dos objetivos do programa CBERS, Brasil e China concordaram em iniciar imediatamente discussões técnicas visando a antecipação da montagem e lançamento do CBERS-4.

Para tanto, foi convocada uma reunião extraordinária do comitê conjunto de coordenação do programa CBERS (JPC, em inglês), para esta terça-feira, 10 de dezembro, na China, da qual participam representantes de todas as partes envolvidas no projeto. Dentre eles, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e chineses responsáveis pelo desenvolvimento da parte chinesa do satélite, pelo lançador e pelas operações de lançamento. Nesta reunião, serão discutidas as causas da falha no lançamento e os próximos passos do programa.

O CBERS-3 seria o quarto satélite do programa a entrar em órbita. Os três satélites anteriores operaram adequadamente e cumpriram suas missões.
Fonte: inpe.br

06 dezembro 2013

O lançamento do CBERS-3 é Segunda-Feira !!!

O lançamento do CBERS-3 a partir do Taiyuan Satellite Launch Center, na China, está previsto para 1h26 (no horário de Brasília; 11h26 em Pequim) desta segunda-feira (9/12). 

No Brasil, a entrada em órbita do satélite será acompanhada pelos técnicos do Centro de Controle e Rastreio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP).

Da China, todas as etapas do lançamento do satélite sino-brasileiro serão informadas por meio de teleconferência pelo diretor do INPE, Leonel Perondi, e pelo coordenador do segmento espacial do Programa CBERS, Antonio Carlos de Oliveira Pereira Junior, ao chefe do Centro de Controle e Rastreio, Pawel Rozenfeld.

O satélite é o quarto desenvolvido pelo Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres), parceria com a China que garantiu a ambos os países o domínio da tecnologia do sensoriamento remoto para observação da Terra.

No Brasil, o programa é desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Na China, pela Chinese Academy of Space Technology (CAST).

Fonte: Inpe.br

03 dezembro 2013

CBERS-3 na plataforma. Lançamento dia 09 Dezembro !


O satélite sino-brasileiro CBERS-3 foi transportado do centro técnico para a torre de lançamento, localizados na base de Taiyuan, na China, para ser integrado ao foguete Longa Marcha 4B no último 26 de novembro. No dia anterior, o satélite já na coifa foi instalado ao adaptador do terceiro estágio do lançador Longa Marcha 4B.

A distância de pouco menos de dez quilômetros foi percorrida em aproximadamente uma hora. O lançamento do satélite está previsto para o próximo dia 9 de dezembro.

O CBERS-3 é o quarto satélite do Programa CBERS (sigla para China-Brazil Earth Resources Satellite; em português, Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres).

Por meio da parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e a Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês), já foram lançados os satélites CBERS-1, em 1999; CBERS-2, em 2003; e CBERS-2B, em 2007.

Mais informações sobre o Programa CBERS na página http://www.cbers.inpe.br

Fonte: INPE

27 julho 2013

The Long Swath - Nasa produz mega mosaico com dados do Landsat 8

Em 12 de abril de 2013, a Missão de continuidade dos dados Landsat (LDCM-Landsat 8) atingiu sua órbita final, 705 km (438 milhas) acima da Terra. Uma semana depois, em cor natural, o imageador do satélite digitalizou uma faixa de terra de 185km de largura por 9.000 km de comprimento (120 por 6.000 milhas), distância ininterrupta incomum considerando 70 por cento da Terra é coberta com água. A faixa se estende do norte da Rússia à África do Sul, o mosaico completo pode ser visto no vídeo abaixo, que em tela cheia fica melhor de ver os detalhes:

22 junho 2013

Primeiras imagens do satélite chinês Gaofen-1 foram apresentadas

Imagens de alta definição enviadas pelo primeiro satélite de oberservação de alta resolução da China, o Gaofen-1, foram apresentados à imprensa nesta quinta-feira (06/06). Duas câmeras HD e outras quatro com definição moderada compõem o satélite Gaofen-1. (FONTE: UOL)

01 junho 2013

Dados do Landsat 8 já estão disponíveis !!!!

Dados coletados pelo Operational Land  Imager (OLI) e pelo Thermal Infrared Sensor (TIRS) a bordo do Landsat 8 já estão disponíveis ao público em geral, sem custos, nos portais GloVis, EarthExplorer, e também LandsatLook Viewer.

Orbitando a terra a cada 99 minutos, o Landsat 8 recobre o planeta a cada 16 dias, utilizando a mesma orbita do Landsat 5. Os dados capturados estarão disponíveis para download já após 12 horas da recepção pela estação terrestre.


Fonte: Landsat/USGS.gov page


02 maio 2013

Lançamentos de novos satélites agitam o setor nas últimas semanas

As últimas semanas foram de intensas movimentações no setor espacial.

Lançamento do Gaofen 1 - China
  • A Russia lançou dia 26 de abril mais um satélite da constelação Glonass. Foi o Glonass-M. Agora o sistema Glonass conta com 23 satélites e cobertura global desde 2011. (ler mais)
  • A China lançou um satélite de imageamento de alta resolução chamado Gaofen 1. Este será o primeiro de 5 satélites que tem a missão de monitorar o ambiente e recursos naturais em mais detalhes (Leia mais - Veja o vídeo do lançamento)


Além disso, a china anunciou investimento de 810 milhões de dolares no sistema de navegação Beidou.
O sistema promete dominar o setor de navegação na Ásia, um mercado de cerca de 19 bilhões de dólares. O sistema iniciou os testes em 2003 e desde o último dezembro está em uso pelo governo e exército.
Leia mais.

18 abril 2013

Extra: CBERS-3 só em Outubro de 2013


Finalmente conseguimos notícias do lançamento do prometido CBERS-3:

O lançamento do satélite sino-brasileiro CBERS-3 foi agendado para outubro, segundo informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), confirmadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.
A nova data, que ainda não foi anunciada oficialmente, foi citada pelo ministro Marco Antonio Raupp em um encontro com lideranças da comunidade científica na sede da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em São Paulo no dia 09 de abril.
O lançamento do satélite, que é peça crucial no planejamento do Programa Espacial Brasileiro, estava previsto para ocorrer no fim do ano passado. Problemas técnicos detectados em algumas peças (conversores de energia) compradas de uma empresa norte-americana, porém, forçaram um adiamento. Em entrevista ao mesmo jornal em 17 de janeiro, o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Perondi, disse que a nova previsão era de lançar o CBERS-3 em meados deste ano, por volta de maio ou junho — desde que novos testes confirmassem a segurança de operação dos conversores. (Para mais detalhes, veja a reportagem anterior sobre o tema, publicada em janeiro.)
O novo cronograma, com lançamento previsto para outubro, foi acertado com os chineses na semana passada, durante uma viagem de Perondi e do presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho, ao país asiático. O projeto é desenvolvido em parceria pelo Brasil e a China, dentro de um programa conjunto de desenvolvimento e lançamento de satélites de observação da superfície terrestre, iniciado em 1988 (histórico completo na página do Inpe.br). O CBERS-3 é o quarto da série, depois do CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B. O custo do satélite é de US$ 125 milhões para cada país, aproximadamente.
O Inpe e a AEB foram procurados pelo Jornal Estado, mas não confirmaram (nem desmentiram) a nova data de lançamento, apesar da confirmação dada pelo MCT

Fonte: Herton Escobar / O Estado de S. Paulo.

Resumo do Último dia do XVI SBSR


O último dia do SBSR contou com a palestra inicial do Lênio Galvão do INPE que teve como tema espectroscopia de imagem, avanços e perspectivas. Ressaltou que o satélite EO-1 - Sensor multi espectral
Fonte: GFSC NASA
Hyperion com 256 bandas irá ser substituído pelo HyspIRI com 60 metros de resolução espacial e revisita de 19 dias, sendo uma escala comparável com o LandSat, o que abrirá um leque de aplicações conjuntas; terá além disso infravermelho termal.
Ele mostrou ainda um exemplo de identificação de fogo e queimadas usando dados de bandas termais do AVIRIS da Nasa, identificando saturação acima de 100%.
José Moreno da Universidade de Valência na Espanha mostrou um projeto chamado FLEX (Flourescence Explorer) que traz uma nova abordagem do sensoriamento remoto ainda não explorada. Pretende quantificar a quantidade de fotossíntese como é feita em laboratório hoje, mas via satélite em larga escala. Para conseguir isso não basta medir a fluorescência pois apenas cerca 2% da energia que atinge o dossel é energia fluorescente.Para quantificar a assimilação de carbono precisa-se da eficiência fotossintética. Basicamente o trabalho teve por objetivo mapear a fluorescência vegetal global e a eficiência fotossintética global. Com isso consegue-se monitorar o estresse vegetativo, impactos antropogênicos e mudanças no uso do solo. (Ler mais sobre o projeto)
Fonte: JPL Nasa
O Dr. Simon do JPL/Nasa não pode comparecer então o Dr. Carlos Alberto de Souza Filho do INPE apresentou um pouco sobre a história dos sensores multi espectrais e as novidades. A missão HyspIRI que será uma plataforma visível e também multi espectral de ondas IR médias e longas, centradas no IR termal (TIR e VSWIR). O satélite Terra e Modis foram os primeiros a ter bandas multi espectrais porém tem resolução baixa, de 1 km ou 90 metros (Aster) e baixa resolução temporal.
A demanda pelos produtos multi é alta e por isso a importância da missão, que está previsa somente para 2022.Estão previstos 7 bandas TIR de 12 micrômetros e 1 banda de 4 micrômetros (detectar fogo) com 60 metros de resolução com 5 dias de revisita. As principais razões para lançamento do satélite são:
-Vulcanologia
-Monitoramento de Queimadas
-Água - uso e disponibilidade
-Urbanização e saúde
-Composição e mudanças de elementos de paisagens terrestres.

Pela parte da tarde aconteceu a sessão de Florestas, com alguns trabalhos interessantes como o do Clayton Alvares da Esalq que apresentou um trabalho sobre a Caracterização da dinâmica dos índices de vegetação NDVI e EVI em plantações de Pinus no Brasil. (Trabalho também do Prof. Stape). Com parcelas permanentes em plantações de MG até o RS (do projeto PPPIB), medindo NDVI e EVI de 2000 a 2012 em cada parcela usando um pixel do Modis, cruzou-se com dados de área foliar LAI, correlacionando com dados de Pinus nos EUA. Com isto observou-se que a variação do LAI não é tão suave como a literatura traz mas sim há variações em ondas. No futuro eles pretendem estimar a produtividade via sensoriamento remoto. Leia o trabalho todo aqui



22 março 2013

Primeiras imagens capturadas pelo Landsat 8

A NASA divulgou nesta quinta-feria (21) a primeira cena capturada pelo LDCM, conhecimento como Landsat 8.
A cena foi obtida no dia 18 de março às 1:40 PM, horário de Nova York. A imagem mostra partes do estado de Wyoming e do Colorado nos EUA.
fonte: NASA



















Veja amostra das imagems acima:
Imagem da esquerda
Imagem da direita

Leia mais, em inglês: Clique aqui

14 março 2013

Satélite ajudará a regularização de propriedades rurais


O Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento assinaram hoje (11), na capital paulista, acordo de cooperação técnica para regularização ambiental de imóveis rurais, por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Os ministérios serão parceiros no incentivo aos produtores a se inscreverem no CAR. Um serviço de satélite captará imagens de todas as propriedades rurais para conferir a situação de cada uma delas.

Fonte:acessenoticias.com.br
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, explicou que existem cadastradas no Instituto Brasileiro de Colonização e Reforma Agrária (Incra) 5,4 milhões de propriedades em todo país. O sistema começa a operar neste ano fotografando todas as propriedades e a ideia é montar uma base de dados que servirá para fazer a regularização ambiental. "As imagens são base do cadastro. As propriedades serão marcadas e identificadas e o próprio sistema diz se ali há uma área de preservação permanente (APP) e outros dados".


A ministra disse que, identificadas áreas onde é necessário recuperar as APPs, será definida uma estratégia de recuperação ambiental junto com o órgão competente do estado e de acordo com o bioma local. "Nós precisamos do cadastro para poder definir a estratégia estado por estado, bioma por bioma, considerando bacias hidrográficas, nascentes, rios, culturas etc. É um trabalho que vai exigir engajamento de todo o país". O sistema está sendo disponibilizado pelo Ibama para que os estados comecem a usá-lo assim que decidirem. A orientação do ministério é a de não tirar ninguém do campo, mas recuperar as áreas com total transparência.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, ressaltou que o cadastro é a segurança e a proteção do produtor com relação ao que ele está fazendo em sua propriedade a respeito do meio ambiente. "Com o CAR, nenhum produtor vai escutar discurso desnecessário. Muitos produtores estão assustados com o cadastro porque muita gente os assustam, dizendo coisas que não são verdade. O CAR vai permitir que eles tenham uma defesa ao seu alcance. Vai mostrar que as coisas não são tão sérias assim, que produzem para a alimentação e não agridem o meio ambiente", finalizou.

26 fevereiro 2013

Satélite para monitorar asteroides é lançado

Foi lançado nesta segunda-feira (25) o primeiro satélite feito para monitorar asteroides e lixo espacial que possam, de alguma forma, ameaçar a Terra. O projeto foi desenvolvido pela Agência Espacial Canadense (CSA, na sigla em inglês) e lançado na Índia, com sucesso.
O Neossat (http://www.asc-csa.gc.ca/eng/satellites/neossat)é considerado um microssatélite – tem o tamanho de uma maleta – e ficará na órbita da Terra a 800 km de altitude. Nessa altura, ele já não sofre os efeitos da noite e do dia e pode funcionar 24 horas por dia.
O satélite vai dirigir suas atenções para objetos que os equipamentos em terra não conseguem detectar. No entanto, afirma que esse é um satélite experimental, e que versões futuras devem conseguir desempenhar a função com maior eficiência.
O lançamento foi feito na base indiana de Sriharikota, no sul do país. Com apenas um foguete, o programa espacial indiano pôs no espaço sete satélites, incluindo, além do próprio Neossat, o Saral – nanossatélite franco-indiano que é o primeiro a poder ser operado por um telefone celular.

Fonte: g1.globo.com

11 fevereiro 2013

Landsat 8 lançado com sucesso !

Foto: REUTERS/NASA/ULA/Handout

O foguete Atlas V levando o satélite LDCM (Mais conhecido como Landsat 8) decolou da plataforma de lançamento da Vandenberg Air Force Base, na Califórnia. A missão vai estender mais de 40 anos de observações terrestres globais que são críticas em muitas áreas, como energia e água, gestão e monitoramento da florestas, saúde humana e ambiental, planejamento urbano, recuperação de desastres, agricultura e muitos outros.

(Fonte: Nasa, traduzido e adaptado)



Veja o vídeo do lançamento...
 
-> [Leia mais]

03 janeiro 2013

LandSat 5 : Missão Cumprida !

Está na hora do adeus ao Landsat 5, há 29 anos observando o planeta terra !

Após três décadas de bons e leais serviços, o mais antigo satélite norte-americano de observação do nosso planeta vai fechar os olhos para sempre neste ano.


O Landsat 5, lançado pela agência espacial norte-americana NASA a 1 de Março de 1984, vai ser desativado,  anunciou em comunicado os Serviços Geológicos dos EUA (USGS). Apesar de o satélite ter conseguido ultrapassar várias avarias graves e excedido em muito os três anos de vida útil inicialmente programados, “uma recente avaria num giroscópio não deixa outra opção senão pôr fim à missão”, escreve o operador do Landsat 5.

A 75 quilômetros por cima das nossas cabeças, o Landsat 5 anda há 29 anos a dar uma volta à Terra em cada 99 minutos, varrendo a totalidade do planeta em 16 dias e tendo assim somado mais de 150 mil revoluções e vários milhões de imagens, numa constante monitorização global. “Desde 1984, qualquer evento que tenha deixado nesta Terra uma marca maior do que um campo de futebol foi provavelmente registado pelo Landsat 5, seja um furacão, um tsunami, um incêndio florestal, a desflorestação ou uma maré negra”, diz Marcia McNutt, diretora do USGS, citada no documento. “Esperamos que o programa Landsat ainda tenha pela frente uma longa e produtiva continuação, mas é pouco provável que venha a haver um outro satélite tão notavelmente longevo como o Landsat 5.”

As missões Landsat têm permitido perceber melhor, por exemplo, a evolução dos recifes de corais ou dos glaciares da Antártida  O Landsat 5, em particular, registou nas últimas décadas o impacto dos desastres naturais, das alterações climáticas, do desenvolvimento urbano e agrícola.

Do lado dos desastres “com mão humana”, também não lhe escaparam a explosão do reator nuclear de Chernobyl  em 1986, nem os incêndios ateados pelo exército iraquiano nos poços de petróleo do Kuwait, quando da sua retirada daquele país, em 1991, quase no fim da primeira Guerra do Golfo. Nem mesmo, segundo o site space.com, o rescaldo dos ataques terroristas do 11 de Setembro de 2001 à Torres Gémeas de Nova Iorque ou “as multidões em Washington, DC, para assistir à tomada de posse de Barack Obama em 2009”.

O primeiro satélite da série, o Landsat 1, foi lançado em Julho de 1972. Quanto ao Landsat 5, tem a bordo, tal como o seu predecessor (o Landsat 4), dois instrumentos de coleta de informação: o “mapeador temático” (thematic mapper, ou TM, com uma resolução espacial de 30 metros) e o scanner multiespectral (MSS), uma versão menos sofisticada do TM.

Quando o TM sofreu uma avaria eletronica em Novembro de 2011, os responsáveis da missão viram-se obrigados a suspender a recolha de imagens com esse dispositivo. Mas entretanto, explica a NASA, foi possível, em Abril de 2012, “ressuscitar” o MSS — que se encontrava desativado desde 1995! Este segundo instrumento, embora não recolha dados de temperatura como o TM e possua uma resolução inferior — mas que consegue, tal como o TM, apanhar em cada imagem cerca de 3000 quilômetros quadrados da superfície terrestre —, tem assegurado a missão nos últimos meses. “[O MSS] não é um substituto do TM”, explicava em Abril Marcia McNutt, “mas deverá permitir manter alguma continuidade na recolha de dados se por acaso o Landsat 7 (lançado em 1999) avariar antes da entrada em órbita do Landsat 8, em 2013.” Ironia do destino: afinal, as coisas aconteceram ao contrário e deverá ser o Landsat 7, embora padecendo já algumas deficiências técnicas, a aguardar sozinho pelo seu sucessor...

Entretanto, a equipa de gestão de voos do USGS desencadeou há dias o processo que deverá permitir retirar em segurança o velho satélite moribundo da sua órbita operacional, diz ainda o comunicado do USGS, mas a desativação total do Landsat 5 ainda deverá prolongar-se durante vários meses.

O Landsat 8, que a NASA irá lançar em Fevereiro, terá dois instrumentos mais sofisticados, diz o space.com, citando aquela agência espacial. O Operational Land Imager recolherá dados em luz visível, infravermelhos próximo e de onda curta — e ainda “em duas novas bandas espectrais, uma para ajudar a ver as águas costeiras e outra para detectar cirros, nuvens difíceis de ver” — e o Sensor Infravermelho Térmico medirá a temperatura da superfície terrestre.

Fonte: Publico.pt, adaptado

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14 novembro 2012

Autorizada compra de imagens de satélite para Cadastro Ambiental Rural

Fonte: RBSrural.com.br
Brasília – A partir de dezembro deste ano, as imagens captadas por um satélite alemão contratado pelo governo brasileiro vão apontar a situação nos 5,2 milhões de imóveis rurais que existem no país. Com as informações, será possível identificar as áreas de preservação permanente (APPs) e de reservas legais em cada propriedade e acompanhar a recuperação da cobertura vegetal onde a lei exigir.

O georreferenciamento realizado a partir desse equipamento é uma exigência do novo Código Florestal brasileiro e serve como base para a elaboração do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Pela nova lei, todos os produtores terão que aderir ao CAR.

Iara Musse, diretora da Santiago&Cintra, empresa contratada para o projeto, garantiu que os técnicos estaduais vão receber toda a especificação de como analisar as imagens que serão disponibilizadas. Segundo ela, a tecnologia usada para captação das imagens é a mais atualizada entre todas as disponíveis atualmente. Com a resolução de 1 metro para 5 metros, Iara Musse explica que é possível captar detalhes com mais precisão do que o próprio Código Florestal exige, chegando a identificar áreas de até 0,5 hectare.

[ + ] Leia mais

Fonte: Jornal do Brasil

10 setembro 2012

SPOT 6 lançado com Sucesso !



O novíssimo satélite de alta-resolução SPOT 6, projetado e construído pela Astrium (França), foi colocado em órbita por um foguete PSLV indiano a partir da base de lançamento Sriharikota.


SPOT 6 é um satélite de alta resolução óptica de observação da Terra. Tal como o seu gêmeo SPOT 7, que está previsto para lançamento em 2014, o SPOT 6 tem uma largura de faixa de 60 km e produzirá produtos de imagens com uma resolução de até 1,5 metros. SPOT 6 e 7 SPOT irá assegurar a continuidade do serviço a partir do SPOT 4 e SPOT 5, que têm operado desde 1998 e 2002, respectivamente.


SPOT 6 e 7 SPOT serão ambos operados pela Astrium Services.

Fonte: astrium.eads.net - Traduzido e adaptado

Ver mais: http://www.astrium.eads.net/en/press_centre/spot-6-joins-pleiades-1a-in-orbit.html

05 setembro 2012

Como usar o CDSR do INPE.

Olá caros colegas,
Hoje gostaria de compartilhar um video garimpado no youtube que mostra como baixar imagens de satélite do banco de dados do INPE gratuitamente.
Muitas pessoas podem ter dificuldades com o processo de procura e download que na verdade é simples.
Veja o vídeo abaixo originalmente publicado por http://geotecnologias.wordpress.com/ que mostra o passo a passo.
O link para o sistema de download é:http://www.dgi.inpe.br/CDSR/

Fonte: youtube.com