05 maio 2017

SGDC-1, o primeiro satélite geoestacionário brasileiro, é lançado com sucesso !

Fonte:defesaaereanaval.com.br
Foi lançado ontem ao espaço o primeiro satélite geoestacionário brasileiro para defesa e comunicações estratégicas. O lançamento, feito do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, foi acompanhado no Brasil pelo presidente Michel Temer e alguns ministros.
Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o satélite brasileiro ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A capacidade de operação do satélite é de 18 anos.

Fonte: spaceflight insider
O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, e envolve investimentos de R$ 2,7 bilhões. O equipamento foi adquirido pela Telebras e será utilizado para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no país, especialmente em áreas remotas.

O satélite vai operar nas bandas X e Ka. A primeira é uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a 30% da capacidade total do satélite. Já a banda Ka será usada para comunicações estratégicas do governo e implementação do Plano Nacional de Banda Larga, especialmente em áreas remotas.

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02 maio 2017

ANAC estabelece as regras para uso de drones e já está em vigor a partir de 3 de maio 2017

Brasília, 2 de maio de 2017 – A Diretoria Colegiada da ANAC aprovou, nesta terça-feira (02/05/17), o regulamento especial para utilização de aeronaves não tripuladas, popularmente chamadas de drones. A norma (Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial – RBAC –E nº 94) estará publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (03/05).

O objetivo é tornar viáveis as operações desses equipamentos, preservando-se a segurança das pessoas. A instituição das regras também contribuirá para promover o desenvolvimento sustentável e seguro para o setor.

O normativo foi elaborado levando-se em conta o nível de complexidade e de risco envolvido nas operações e nos tipos de equipamentos. Alguns limites estabelecidos no novo regulamento seguem definições de outras autoridades de aviação civil como Federal Aviation Administration (FAA), Civil Aviation Safety Authority (CASA) e European Aviation Safety Agency (EASA), reguladores dos Estados Unidos, Austrália e da União Europeia, respectivamente.

A partir de agora, as operações de aeronaves não tripuladas (de uso recreativo, corporativo, comercial ou experimental) devem seguir as novas regras da ANAC, que são complementares aos normativos de outros órgãos públicos como o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

O regulamento sobre aeronaves não tripuladas foi amplamente discutido com a sociedade, associações e empresas interessadas, bem como com outros órgãos públicos. Foram realizados dois workshops e técnicos da Agência participaram de diversos eventos. A proposta ficou em audiência pública (AP nº 13/2015) por 60 dias, com sessão presencial. Foram recebidas 277 contribuições.
  • Clique aqui e leia todas as regras
  • O sistema Sisant estará disponível para inserção de dados a partir de 10h do dia 03/05/17 para registro dos drones;
O regulamento divide as aeronaves em três categorias:
  • RPA Classe 1: Acima de 150kg
  • RPA Classe 2: De 25kg a 150 kg
  • RPA Classe 3: Abaixo de 25 kg
As exigências previstas no regulamento para cada uma delas:

  • Pelas novas regras, drones com mais de 250 gramas só poderão voar distantes de terceiros (no mínimo 30m horizontais) sob total responsabilidade do piloto operador conforme regras de utilização do espaço aéreo DECEA. O piloto não poderá ser menor de idade.
Fonte: Assessoria de Comunicação Social da ANAC / G1 Globo

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21 abril 2017

Google lança o novo Google Earth, agora totalmente no navegador

A Google lançou nesta semana a versão totalmente web do Google Earth.

"O GE Desktop clássico tinha que ser baixado e instalado em seu computador Windows, Mac ou Linux. O novo Earth é um aplicativo Web (no Google Chrome, por enquanto), ele pode ser usado na maioria dos computadores, incluindo os Chromebooks, sem necessidade de download. Estar na web torna mais fácil para a Google fazer atualizações e garantir que você está usando o produto mais atualizado. Além disso, torna mais fácil para você compartilhar suas próprias experiências com o Google Earth usando simplesmente links. 
A maioria dos arquivos KML de tamanho moderado e simples devem funcionar no novo Google Earth web desde já. Enquanto trabalhamos para oferecer suporte a recursos mais avançados, você pode continuar usando o GE desktop clássico que continuará a ser desenvolvido e atualizado." by Google

Nesta nova versão, que fica agora disponível para Android e na web, é possível visualizar boa parte das áreas como se tratassem de autênticas maquetes 3D com vários eixos de rotação (pelo menos nas grandes cidades). Isto significa que, ao contrário do que era antes possível, a visualização destas zonas não precisa ser feita exclusivamente de uma perspetiva perpendicular à Terra, podendo arrastar o plano em várias direções, localizando a câmara de frente para edifícios ou ao nível das ruas. Outro detalhe é que não são apenas os monumentos que são reproduzidos em três dimensões, no novo Earth, tudo é tridimensional nas áreas cobertas pela funcionalidade: carros, casas, árvores, sinais de trânsito, postes de iluminação e por aí adiante.
Os tours, por sua vez, vão ser interativos e acompanhados por cientistas, historiadores e outros especialistas que vão fornecendo contexto à viagem. De acordo com a Google, já existem mais de 50 disponíveis numa nova sessão a que o mesmo chamou de Voyager (muito parecido com o Story Maps do ArcGIS). Veja um exemplo da cidade do Rio de Janeiro.

19 abril 2017

Planet Labs lançou 88 satélites para o espaço de uma só vez para imagear toda a massa terreste em um dia apenas

A Planet Labs, empresa que ficou com a secção de satélites de imagem da Google, conseguiu um feito notável, ao lançar para o espaço 88 satélites de uma só vez em fevereiro - assim conseguindo o seu objectivo de conseguir captar imagens de todo o planeta a cada dia.

Com o lançamento destes 88 satélites, a Planet fica com uma constelação de 149 satélites em órbita, sendo que 144 deles têm como missão captar imagens do nosso planeta em média resolução, e 5 conseguem captar imagens de alta resolução. A grande vantagem desta que é a maior constelação de satélites de uma empresa privada, é a de que será possível obter imagens do nosso planeta diariamente, sendo de valor incalculável para inúmeras aplicações.

A quantidade de dados que isto representa é também "astronômica", pelo que a Planet teve também que criar a segunda maior rede de estações terrestres para conseguir receber toda a informação que diariamente será enviada para o solo. A que se soma a necessidade de processar todos esses dados de forma a que ganhem a utilidade desejada.

Embora este novo lote de satélites só vá ser ativado progressivamente ao longo dos próximos três meses, o que isto significa é que estamos um pouco mais próximos de podermos chegar ao Google Earth/Google Maps e ver imagens de satélite referentes ao dia anterior! E assim, de repente, a ideia de ter um Google Maps com imagens de satélite em tempo real, já quase deixa de parecer tão difícil.



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07 abril 2017

Confira a lista de plugins mais populares para QGIS

Uma das coisas que mais atraem os usuários do QGIS é a possibilidade de encontrar plugins para muitas e muitas funções de geoprocessamento. Algumas que nem mesmo o ArcGIS é capaz de executar.
Se você busca alguma ferramenta para alguma função que não existe nativamente no QGIS, tente buscar no site de plugins do QGIS. 
Atualmente (Agosto 2017) existem 808 plugins disponíveis para download no repositório - Clique aqui para acessar
Dentre os mais populares está o OpenLayers Plugin com mais de 1,26 milhões de downloads, seguido pelo MetaSeach Catalogue com mais de 400 mil downloads, do mmqgis com 376 mil e Table Manager com 305 mil.
Confira a lista dos 15 plugins mais populares para QGIS.


Tela do repositório ed plugins do QGIS em 7 de abril de 2017



































06 abril 2017

Com o Google Map Maker desativado, como contribuir ou editar o Google Maps?

Brincadeira feita por editores
do Google Map Maker (saiba mais)
O Google Map Maker foi oficialmente desativado no dia 31 de março de 2017, e muitos dos recursos dele foram integrados ao Google Maps.
Talvez por conta de brincadeiras como esta ai ao lado e a dificuldade de moderar todos os usuários:

Desde 2008, a comunidade do Google Map Maker editou e moderou milhões de elementos com o intuito de melhorar a experiência no Google Maps. Para facilitar que todos os usuários do Google Maps contribuam com alterações do mapa, a Google começou a migrar as funcionalidades do Map Maker para o Google Maps em computadores e dispositivos móveis (diz a mensagem do Google)

Os principais recursos de edição atualmente disponíveis no Google Maps são:
  • Adicionar um lugar.
  • Editar informações sobre um lugar.
  • Compartilhar mais detalhes sobre um lugar.
  • Moderar edições.
  • Ver o status das suas edições.
  • Editar trechos de via.
Para adicionar um local, empresa, monumento ou qualquer ponto de interesse ao Google Maps, após logar, clique no menu sanduíche e clique em "Adicionar novo local". 
Para editar um local que apresenta dados ou localização errada, clique no local e do lado esquerdo vai aparecer "sugira uma edição", clique ai e clique no item que precisa ser corrigido e altere. Sua edição será moderada e publicada caso aprovada: 

Alternativamente, se você quiser continuar compartilhando seu conhecimento local no Google Maps e interagir com uma comunidade dedicada de pessoas com interesses iguais aos seus, participe do programa Local Guides. Nele, você poderá:
  • acumular pontos;
  • ganhar recompensas pelo envio de edições e outras informações;
  • receber acesso antecipado a novos recursos do Google Maps.
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24 março 2017

Qual computador (configuração) comprar para rodar o ArcGIS ou PRO tranquilamente?

Vários usuários de software GIS, QGIS também, mas principalmente do ArcGIS, entram em contato conosco pedindo sugestões e configurações mínimas e recomendadas para rodar os softwares.

Muitos estão mudando de emprego ou simplesmente atualizando seus computadores e se deparam com a necessidade de especificar o hardware necessário para trabalhar bem com os aplicativos. Alguns ainda tem necessidades específicas como processamento de imagem, network analyst, trabalham com grandes geodatabases e precisam de um poder de processamento maior.

Vamos a parte técnica. Os principais itens de hardware para quem quer trabalhar com imagens ou grandes bases de dados no ArcGIS 10.5 seriam processador e placa de vídeo dedicadas. Se estas imagens estiverem em uma rede local, uma placa de rede - gibabit ou de 1 Gbps-  veloz também faz-se necessário. Se estiverem armazenadas no seu disco da máquina local (ou mesmo para processamento), um disco de alta velocidade de acesso também é recomendado (SSD, ou mesmo HDD 7200 rpm que geralmente entrega dados 30% mais rápido que um HD 5400 rpm)

➥Resumindo para heavy users:

  • Processador: 2.2 GHz HT ou Multi-core (diria que qualquer i7 6a ou 7a geração são mais que suficientes);
  • Placa de vídeo: 24-bit, openGL Dedicada, de no mínimo 1 GB
  • Placa de rede: Para dados na rede local, prefira placa gigabit / 1 Gbps, assumindo que sua rede local também seja gigabit, caso contrário não vai influenciar
  • Memória RAM: Mínimo 8 GB, embora 12GB ou 16 GB sejam recomendados para processamento de imagem.
  • Disco: SSD (solid state drive-que tem um preço mais alto) ou mesmo HDD 7200 rpm que ainda assim entregam dados mais rápido que o HDD 5400rpm.

Para quem usa ArcGIS regularmente, sem utilizar processamento de imagem ou grandes bancos de dados o dia inteiro, a ESRI publica suas recomendações de hardware a cada versão disponibilizada.
Na versão atual, 10.5/ PRO 1.4, as recomendações mínimas e ideais são:

Recomendações para normal users (by ESRI):
  • CPU speed: 2.2 GHz minimum; Hyper-threading (HHT) or Multi-core recommended
  • Platform: x86 or x64 with SSE2 extensions
  • Memory/RAM: Minimum: 4 GB | Recommended: 8 GB | Optimal: 16+ GB
  • Display properties: 24-bit color depth 
  • Screen resolution:  1024x768 recommended minimum at normal size (96 dpi)
  • Disk space: Minimum: 4 GB | Recommended: 6 GB or higher
  • Video Graphics: 64 MB RAM minimum; 256 MB RAM (512 MB para ArcPRO) or higher recommended. NVIDIA, ATI, and Intel chipsets supported. 24-bit capable graphics accelerator - OpenGL version 2.0 runtime minimum is required, and Shader Model 3.0 or higher is recommended. Directx 9 compatible. Be sure to use the latest available drivers

➥ Veja o link para as configurações recomendadas pela ESRI:
Desktop: Clique aqui ArcPRO:Aqui

Ficou com dúvidas? Comente e pergunte abaixo: 

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09 março 2017

SilviLaser 2017 pode ser sua oportunidade de publicar um artigo sobre Lidar

A Universidade americana Virginia Tech promove o SilviLaser 2017.
Esta será sua oportunidade de publicar artigos relacionados ao uso de Lidar no meio florestal.

"O SilviLaser 2017 será realizado em Blacksburg, Virgínia-EUA, campus da Virginia Tech de 10 a 12 de Outubro de 2017.
Esta será a 15ª conferência internacional de uma série focada em aplicações lidar para avaliar e gerenciar os ecossistemas florestais. A conferência reunirá pesquisadores e profissionais de todo o mundo para compartilhar sua experiência no desenvolvimento e aplicação de lidar para melhorar a nossa compreensão do funcionamento do ecossistema florestal e facilitar a sua gestão sustentável através da melhoria da avaliação florestal e inventário. 
Também visa fortalecer e desenvolver novas ligações entre pesquisadores, provedores de dados e usuários finais de produtos."
Inscrição, call for papers e mais informações no site do evento em: 

Fonte: Site do Evento em 
Mais informações diretamente
com o professor Dr. Thomas
Valerie Thomas
Associate Professor
Forest Resources and Environmental Conservation
+1(540) 231-0958 
Email: thomasv@vt.edu